Menino autista, de 4 anos, é assassinado por vizinho em crime brutal no Triângulo Mineiro

Um crime de extrema violência chocou moradores de Frutal, cidade localizada no Triângulo mineiro, na noite deste domingo (10). Uma criança de apenas 4 anos, diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA), morreu após ser brutalmente agredida dentro de casa por um vizinho da família. O suspeito, de 33 anos, foi preso pela Polícia Militar após confessar o assassinato.

Segundo informações da ocorrência policial, o homem teria invadido a residência da família armado com uma faca, uma ripa de madeira e um saco plástico preto. Durante a ação criminosa, a mãe da criança também foi agredida, amarrada e deixada nos fundos do imóvel.

De acordo com o relato da mulher à polícia, o filho entrou em crise durante a invasão devido ao transtorno do espectro autista. Neste momento, o suspeito teria atacado violentamente a criança com golpes na cabeça utilizando a ripa de madeira.

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Após as agressões, o homem colocou o menino dentro de um saco plástico e saiu caminhando pela rua carregando a vítima. A criança foi abandonada a cerca de 150 metros da residência.

Moradores acionaram a Polícia Militar após presenciarem a cena. No imóvel, os militares encontraram marcas de sangue espalhadas pelos cômodos, além de uma ripa de madeira e uma faca com vestígios aparentes de sangue.

A vítima foi socorrida em estado gravíssimo para o Hospital Frei Gabriel, apresentando traumatismo craniano severo. A criança chegou a ser entubada, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.

Antes do homicídio, o suspeito também teria sido denunciado por um caso de maus-tratos contra um animal. Conforme a PM, testemunhas relataram que ele teria amarrado e afogado o cachorro da própria avó em um lago de um parque da cidade.

Durante buscas no bairro Vila Esperança, militares localizaram o homem próximo a uma praça pública. Segundo a polícia, moradores tentavam agredi-lo devido à revolta causada pelo crime.

Ainda conforme a Polícia Militar, o suspeito confessou o assassinato e alegou que queria se vingar da mãe da criança por supostos incômodos relacionados a som alto quando morava próximo à família.

A perícia da Polícia Civil esteve no imóvel para recolher provas e materiais usados no crime. O caso segue sob investigação.

Fontes: Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e Hospital Frei Gabriel.

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