Saiba quem são os pré-candidatos à Presidência da República até o momento

Com informações O Tempo
A eleição presidencial de 2026 começa a ganhar forma, ainda que em ritmo de pré-campanha e com boa parte das articulações ocorrendo nos bastidores. Até o momento, ao menos uma dúzia de nomes já se colocam como pré-candidatos ao Palácio do Planalto, em um cenário que tende a se afunilar à medida que as alianças estaduais e nacionais avançarem.
O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro de 2026, quando cerca de 155 milhões de brasileiros poderão ir às urnas para escolher presidente da República, governadores, deputados federais e estaduais e renovar parte do Senado.
Entre os nomes colocados, dois despontam como mais competitivos: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Lula, aos 80 anos, se prepara para disputar um quarto mandato presidencial, apoiado na estrutura do governo e na capilaridade histórica do PT. Já Flávio, com 44 anos, tenta unificar a direita e se consolidar como herdeiro político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está atualmente preso e inelegível.
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Pré-candidatos à Presidência até o momento:
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
- Flávio Bolsonaro (PL)
- Ronaldo Caiado (PSD)
- Romeu Zema (Novo)
- Renan Santos (Missão)
- Aldo Rebelo (Democracia Cristã)
- Cabo Daciolo (Mobiliza)
- Augusto Cury (Avante)
- Hertz Dias (PSTU)
- Samara Martins (UP)
- Rui Costa Pimenta (PCO)
- Edmilson Costa (PCB)
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Apesar da multiplicidade de nomes, o cenário ainda está em fase inicial. Pela legislação eleitoral, as candidaturas só serão oficialmente registradas após as convenções partidárias, que ocorrem entre julho e início de agosto. Além disso, o pedido explícito de voto e o início formal da campanha nas ruas só são permitidos a partir de agosto, quando começa a propaganda eleitoral.
Até lá, os pré-candidatos se movimentam dentro dos limites da pré-campanha, apostando em agendas públicas, articulações políticas e presença nas redes sociais para ampliar visibilidade e consolidar apoios. A definição dos palanques estaduais, sobretudo nos maiores colégios eleitorais, será determinante para o desenho final da disputa.
Desta vez, a prioridade das eleições está no Senado. Estarão em disputa 54 das 81 cadeiras, com mandatos de oito anos, o que amplia o peso estratégico das alianças. A composição da Casa é vista como decisiva para a governabilidade do próximo presidente, sobretudo diante da crescente da tensão entre Congresso e Supremo Tribunal Federal (STF).
Com isso, a eleição tende a combinar uma disputa presidencial polarizada, com uma intensa negociação regional para montagem de chapas completas, incluindo governadores e senadores, o que pode redefinir forças e alianças ao longo dos próximos meses.




