Veja quem mudou e quem ficou na janela partidária no Triângulo Mineiro

Com informações Regionalzão
O fechamento da janela partidária de 2026 reposicionou peças importantes no tabuleiro político do Triângulo Mineiro. Com mudanças pontuais, mas estratégicas, deputados federais da região ajustaram suas filiações mirando as eleições e, principalmente, o fortalecimento de grupos políticos para as disputas proporcionais e majoritárias.
A janela partidária é o período previsto na legislação eleitoral que permite a troca de partido sem risco de perda de mandato. Na prática, funciona como um “mercado político”, onde articulações, alinhamentos ideológicos e estratégias eleitorais ganham força nos bastidores.
No Triângulo, o movimento foi menos intenso do que em outras regiões, mas ainda assim relevante.
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Quem ficou e quem mudou
Para facilitar a leitura, veja como ficaram os parlamentares do Triângulo Mineiro após a janela partidária:
Deputados Federais
Mudaram de partido
- André Janones: saiu do Avante e foi para a Rede Sustentabilidade
- Weliton Prado: saiu do Solidariedade e foi para o PSD
- Greyce Elias: saiu do Avante e foi para o PL
- Zé Silva: saiu do Solidariedade e foi para o União Brasil
Permaneceram no partido
- Dandara (PT)
- Ana Paula Leão (PP)
- Maurício do Vôlei (PL)
- Zé Vitor (PL) – permanece no partido e deve assumir o comando da sigla em Minas Gerais com o afastamento de Domingos Sávio
Deputados Estaduais
Mudaram de partido
- Bosco: saiu do Cidadania e foi para o PSD
- Raul Belém: saiu do Cidadania e foi para o PSD
Permaneceram no partido
- Arnaldo Silva (União Brasil)
- Leonídio Bouças (PSDB) – um dos principais nomes da sigla em Minas Gerais
- Maria Clara Marra (PSDB)
- Cristiano Caporezzo (PL)
- Elismar Prado (PSD)
A divisão evidencia um movimento estratégico mais pontual do que generalizado, mas suficiente para alterar o equilíbrio político da região.
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O que muda para 2026
O novo desenho partidário no Triângulo Mineiro aponta para uma disputa mais equilibrada entre blocos políticos. A tendência é de maior competitividade nas chapas proporcionais, com partidos buscando montar nominatas fortes para garantir cadeiras.
Além disso, o reposicionamento pode influenciar diretamente nas articulações para o governo de Minas e até mesmo nas alianças nacionais.
O cenário ainda está em formação, mas uma coisa já é clara: a janela partidária não foi apenas um ajuste burocrático — foi o primeiro movimento concreto rumo às eleições de 2026.





