Há 48 anos, Seu Joaquim se mudava para o município de Santa Vitória

O aposentado Joaquim Luís Machado nasceu no povoado São José (também conhecido como Bicudo), perto de Carmópolis de Minas (MG).
No ano de 1959, casou-se com Maria Georgina, e continuou morando em Carmópolis de Minas até o ano de 1963, quando decidiu se mudar para o município de Frutal. Na época o casal tinha duas filhas: Maria Aparecida e Célia. Posteriormente, em Frutal, nasceram mais cinco filhos: Celma, Paulo, Glória, Cleide e Mário.
Já em meados de 1978, depois de algum tempo vivendo e trabalhando em Frutal, Seu Joaquim veio de mudança para Santa Vitória. Aqui, seu primeiro serviço foi na Fazenda Limeira, de propriedade de Ciro e Dona Hildene.
Conta a família que Seu Joaquim, assim que saiu dessa fazenda, trabalhou ainda na fazenda do senhor Valdemar Mendes. De lá, veio de mudança para a cidade de Santa Vitória, vindo a residir no Bairro Vila Rica, aonde mora deste 1983.
Pouco tempo depois que se mudou com a família para a cidade, Seu Joaquim perdeu a esposa Maria Georgina, em novembro de 1987, “em consequência de um derrame cerebral”. A morte da esposa foi um dos momentos mais dolorosos de sua vida.
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A superação
Vida que segue, Seu Joaquim passou a trabalhar no Hospital Genésio Franco de Moraes, onde prestou seus serviços por 37 anos, até se aposentar.
Na unidade hospitalar, fazia serviços gerais, mas muito comum vê-lo cuidando dos jardins. Sua simpatia e seu sorriso era constante. Muito carismático, onde estava, fazia amizade com todos, inclusive com os pacientes do hospital, que se sentiam bem pela forma carinhosa que Seu Joaquim os tratavam.
Após o falecimento da esposa e, mesmo na condição de viúvo, o sistemático Seu Joaquim optou por não colocar outra mulher dentro de casa, atitude que ele sempre enfatizou que era “em respeito aos filhos”.
Hoje, aos 86 anos, Seu Joaquim aproveita as horas vagas para fazer o que gosta: pescar. Ademais, gosta de contar história, falar dos momentos vividos na terra natal, da família, do trabalho dedicado por onde passou e, principalmente, das boas amizades com quem conviveu em todos esses anos.
Sobre Seu Joaquim, a filha caçula Cleide se orgulha em dizer que “ele é a pessoa mais importante de sua vida”.
“Não por ser o meu pai e, sim, pelo ser humano incrível e honrado que é, que nos ensinou os caminhos do bem. Se hoje somos tudo que somos, é graças a ele, que sempre nos ensinou os bons exemplos”, pontuou.


