Apartamento de vereador é invadido por homem em surto psicótico em Iturama

Com informações Iturama em Foco
Um episódio de invasão domiciliar mobilizou a Polícia Militar e gerou momentos de tensão na região central de Iturama na noite desta sexta-feira (6). O apartamento do vereador Márcio Molina, conhecido como Márcio da Autoescola, localizado na Avenida Alexandrita, foi invadido por um homem que apresentava sinais visíveis de surto psicótico. A ação rápida das forças de segurança foi determinante para conter o indivíduo e garantir a integridade física dos moradores.
De acordo com informações preliminares, o homem teria acessado o imóvel após pular um muro que divide uma lanchonete e a autoescola da família. Durante o trajeto até o quintal do apartamento, o invasor sofreu ferimentos devido à queda e ao contato com possíveis objetos cortantes. Já no interior da residência, o homem, em estado de descontrole, surpreendeu a família do parlamentar, gerando pânico imediato. A presença de sangue pelo corpo do invasor elevou a gravidade da situação inicial, uma vez que não se sabia se o ferimento era proveniente da queda ou de um possível confronto.
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A Polícia Militar foi acionada via Comando de Operações e deslocou viaturas com urgência para o endereço. Diante do cenário de incerteza sobre a presença de armas ou feridos, os militares adotaram técnicas especializadas de captura e contenção para indivíduos em crise. A estratégia visou preservar a vida de todos os envolvidos, incluindo a do invasor, que se encontrava desorientado. O homem foi imobilizado, detido e encaminhado para avaliação médica e, posteriormente, às autoridades competentes para o registro do flagrante e investigação das motivações.
Por meio de um interlocutor próximo à família, o vereador Márcio Molina tranquilizou amigos e eleitores, informando que, apesar do forte impacto emocional causado pela invasão, ele e seus familiares estão bem e não sofreram qualquer tipo de ferimento. O parlamentar ainda não emitiu uma nota oficial detalhada, mas o espaço permanece aberto para sua manifestação. A Polícia Civil deverá instaurar um inquérito para apurar se houve intenção criminosa prévia ou se o ato foi exclusivamente decorrente do quadro clínico de saúde mental do indivíduo.

